A tinyBuild e o estúdio estreante Fantastic Signals surpreenderam o público ao revelar que The Lift ganha gameplay detalhado em um novo vídeo apresentado durante o Future Games Show Summer Showcase. A prévia aprofunda as mecânicas do jogo, destacando sua proposta única de unir simulação de consertos, narrativa envolvente e uma atmosfera sobrenatural inspirada na ficção científica soviética. O vídeo conta com comentários do diretor do estúdio, Ivan Slovtsov, e oferece o olhar mais completo até agora sobre o que os jogadores podem esperar dessa experiência intrigante prevista para 2027.
Se você curte jogos com clima imersivo e trilhas sonoras marcantes, uma ótima forma de entrar no clima é investir em um headset gamer de qualidade. Modelos como o HyperX Cloud Stinger, disponível na Amazon Brasil, ajudam a valorizar o áudio detalhado e o design sonoro quase ASMR que The Lift promete entregar. É aquele tipo de acessório que faz toda a diferença em jogos focados em atmosfera.
The Lift ganha gameplay detalhado e revela sua proposta única
O novo vídeo deixa claro a intenção mostrar que ele não é apenas mais um simulador. No jogo, você assume o papel de um engenheiro encarregado de investigar e restaurar o Instituto, uma gigantesca instalação de pesquisa que já foi o ápice da tecnologia humana, mas que hoje está abandonada após um incidente misterioso.
O diferencial está na forma como cada tarefa é realizada. Não importa apenas o que você conserta, mas como você faz isso. Cada ação, seja empurrar, puxar, limpar, girar ou encaixar peças, foi pensada para ser extremamente satisfatória. As animações, o feedback visual e o design de áudio trabalham juntos para criar uma sensação quase hipnótica, algo que lembra experiências ASMR, mas com uma camada constante de tensão sobrenatural.

Um simulador de consertos com alma narrativa
Diferente de simuladores tradicionais, The Lift aposta forte em narrativa. O Instituto não é apenas um cenário, mas um personagem em si. Conforme você avança pelos andares e biomas da instalação, fragmentos da história vão sendo revelados, convidando o jogador a montar o quebra-cabeça por trás do evento que levou ao abandono do local.
O elevador que dá nome ao jogo funciona como uma base móvel. É por meio dele que você se desloca entre áreas, desbloqueia novos setores e retorna para aprimorar equipamentos. Esse conceito reforça a sensação de progressão e isolamento, além de ajudar a manter o ritmo da exploração.
Reparos que vão do simples ao surreal
Entre os destaques do gameplay está a variedade de tarefas. Em um momento, você pode estar realizando pequenos consertos cosméticos, como restaurar móveis ou limpar áreas danificadas. Em outro, estará lidando com projetos complexos de engenharia, chamados de “boss devices”, que exigem múltiplas etapas, raciocínio lógico e domínio dos sistemas do jogo.
Esses reparos incluem desde máquinas comuns, como geradores e máquinas de venda automática, até dispositivos completamente fora da realidade. O jogador vai aspirar anomalias que distorcem o espaço, coletar combustível produzido por abelhas robóticas, reativar antenas interdimensionais e até consertar reatores sencientes que parecem ter vontade própria.
Mecânicas profundas para quem gosta de desafio
The Lift não simplifica seus sistemas. Pelo contrário, ele convida o jogador a realmente entender como cada máquina funciona. Será preciso montar circuitos com múltiplos componentes, identificar correntes defeituosas, gerenciar o fornecimento de energia, rotear cabos e gerar torque para colocar tudo de volta em funcionamento.
Essa profundidade transforma cada conserto em um pequeno quebra-cabeça. Para quem gosta de jogos que recompensam atenção aos detalhes e aprendizado gradual, essa abordagem tende a ser um grande atrativo.
Exploração, personagens e escolhas
Além de consertar e restaurar, explorar o Instituto é parte essencial da experiência. O complexo abriga diferentes biomas, áreas escondidas e personagens estranhos e memoráveis. Ao encontrá-los, o jogador pode aceitar missões secundárias que ajudam a expandir o universo do jogo e revelar novas camadas da história.
As escolhas feitas durante essas interações influenciam como a narrativa se desenrola. Embora The Lift não seja um RPG tradicional, ele aposta em decisões sutis que moldam a forma como o jogador percebe o Instituto e seu passado.
Clima sobrenatural inspirado na ficção soviética
Visualmente e conceitualmente, The Lift se inspira fortemente na ficção científica soviética. O resultado é um mundo frio, industrial e ao mesmo tempo surreal, onde o tecnológico e o inexplicável coexistem. Essa identidade estética ajuda a diferenciar o jogo dentro do cenário indie e reforça sua atmosfera de estranhamento constante.
O vídeo exibido no Future Games Show deixa claro que a equipe está apostando em uma direção artística bem definida, com iluminação dramática, ambientes opressivos e sons que criam desconforto de forma sutil, sem recorrer a sustos baratos.
Playtest fechado já tem data marcada
Outro anúncio importante é a confirmação de um playtest fechado. Jogadores interessados já podem se inscrever para participar do teste que acontece a partir de 14 de junho, exclusivamente no Steam. Essa será uma oportunidade de experimentar uma versão em desenvolvimento do jogo e enviar feedback diretamente para os desenvolvedores.
Além disso, a equipe incentiva os fãs a entrarem no Discord oficial de The Lift, onde serão divulgadas informações sobre futuros testes fechados e novidades do desenvolvimento.
Lançamento e plataformas confirmadas
The Lift está previsto para chegar em 2027 e será lançado para PC via Steam, além de PlayStation 5 e Xbox Series X|S. O jogo já pode ser adicionado à lista de desejos nessas plataformas, o que ajuda a acompanhar atualizações e demonstra apoio ao projeto.
Com uma proposta ousada, foco em detalhes e uma mistura interessante de simulação, narrativa e terror sobrenatural, The Lift surge como um dos indies mais curiosos do horizonte.
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