Então é Natal!!! E na Parte 3 desse Especial de Natal a dica são de 3 filmes para curtir com a família nesse data. Se perdeu as duas primeiras partes, clica aqui. Na dica de hoje você confere ótimas histórias para entrar no clima.
Especial de Natal – Parte 3
Pai em Dose Dupla 2
Brad (Will Ferrell) e Dusty (Mark Wahlberg) finalmente encontraram um equilíbrio na convivência como co‑pais, dividindo responsabilidades e mantendo uma relação relativamente harmoniosa. Mas tudo muda quando decidem fazer um “Natal unido” para agradar os filhos, especialmente após Megan expressar o desejo de uma celebração conjunta.
A ideia parece perfeita — até a chegada dos avôs.
Pais que complicam tudo
Dois novos personagens entram em cena e bagunçam completamente a dinâmica:
- Don (John Lithgow) — o pai de Brad, extremamente carinhoso, emotivo e falante.
- Kurt (Mel Gibson) — o pai de Dusty, durão, sarcástico e ausente por anos.
A convivência entre esses quatro adultos rapidamente se transforma em uma disputa silenciosa (e às vezes nem tão silenciosa) sobre quem é o melhor pai, avô e figura de autoridade.
Situações caóticas e hilárias
O filme aposta em comédia física e situações absurdas, como:
- Uma caçada ilegal a uma árvore de Natal que termina em desastre.
- Conflitos entre os estilos de criação dos pais e avôs.
- Segredos familiares que vêm à tona em momentos inoportunos.
Esses episódios revelam inseguranças, rivalidades antigas e expectativas frustradas, mas também aproximam os personagens de maneiras inesperadas.
No fundo, uma história sobre família
Apesar do humor exagerado, Pai em Dose Dupla 2 constrói uma mensagem sobre convivência, perdão e a dificuldade — e beleza — de lidar com famílias modernas e imperfeitas. O Natal funciona como pano de fundo para que todos confrontem suas falhas e aprendam a se conectar de verdade.
O resultado é uma comédia natalina leve, caótica e cheia de coração, que expande o universo do primeiro filme ao explorar as origens e traumas dos protagonistas.
Sinopse:
“Após resolverem suas diferenças, Brad (Will Ferrell) e Dusty (Mark Wahlberg) precisam agora lidar com uma nova situação complicada: a súbita aparição de seus pais, que possuem comportamentos bem diferentes.”
Disponível no NOW, Google Play e YouTube.
Perfeita é a Mãe! 2
A trama de Perfeita é a Mãe! 2 acompanha o retorno de Amy, Kiki e Carla em meio ao caos das festas de fim de ano, quando o espírito natalino — já naturalmente estressante — se transforma em um verdadeiro campo de batalha emocional com a chegada inesperada das mães delas. O filme expande o humor do primeiro longa ao colocar três gerações sob o mesmo teto, explorando conflitos familiares, expectativas irreais e a pressão de criar o “Natal perfeito”.
Quando o Natal vira um problema
As protagonistas, já sobrecarregadas pelas responsabilidades de organizar a celebração, se veem ainda mais pressionadas quando suas mães aparecem dias antes do Natal. Cada visita traz um tipo diferente de tensão:
- Ruth, a mãe de Amy, é controladora e exigente, sempre esperando perfeição.
- Sandy, a mãe de Kiki, é superprotetora e sufocante.
- Isis, a mãe de Carla, é livre demais, imprevisível e emocionalmente distante.
Essas personalidades colidem com as fragilidades das filhas, reacendendo inseguranças e conflitos antigos.
Caos, rebeldia e laços familiares
O filme mergulha em situações exageradas e cômicas, desde compras natalinas desastrosas até festas que fogem completamente do controle. No centro de tudo está a tentativa das protagonistas de recuperar o controle sobre suas próprias vidas — e sobre o Natal — enquanto lidam com mães que, de maneiras diferentes, as desestabilizam.
A rebeldia volta a ser um tema central: cansadas das expectativas, elas decidem abandonar a ideia de perfeição e criar um Natal mais autêntico, mesmo que isso signifique enfrentar suas mães de frente.
Uma comédia sobre imperfeições
Apesar do humor escrachado, Perfeita É A Mãe 2 fala sobre amadurecimento, perdão e a dificuldade de romper padrões familiares. No fim, mães e filhas precisam reconhecer suas falhas e vulnerabilidades para reconstruir relações mais honestas — e aceitar que o Natal perfeito talvez seja justamente aquele que dá errado.
Sinopse:
“Três mulheres sobrecarregadas com as responsabilidades e desafios do Natal decidem se rebelar contra a obrigação e o pouco reconhecimento de garantir a festa perfeita para a família, ao mesmo tempo em que precisam fazer sala para suas próprias mães.”
Disponível no Google Play e YouTube.
Tudo Bem No Natal Que Vem
A trama de Tudo Bem no Natal que Vem acompanha Jorge, um homem que odeia o Natal desde a infância e que, após um acidente na véspera da data, passa a viver um fenômeno inexplicável: ele acorda apenas uma vez por ano, sempre no dia 24 de dezembro, sem lembrar de nada do que aconteceu nos outros 364 dias. Essa repetição forçada o obriga a encarar, de forma acelerada e dolorosa, as consequências de suas próprias escolhas — e daquilo que ele deixou de viver.
Um Natal que nunca acaba
Jorge sempre detestou o Natal, mas sua vida muda quando, ao cair do telhado enquanto tentava resolver um problema com as luzes natalinas, ele desmaia e acorda… no Natal seguinte. A partir daí, o ciclo se repete: todos os anos, ele desperta no mesmo dia, sem memória do que viveu durante o ano inteiro.
Essa estrutura transforma o filme em uma comédia com toques de fantasia, mas também em uma reflexão sobre tempo, família e prioridades.
Humor com toque emocional
A cada novo “despertar”, Jorge se depara com situações inesperadas: mudanças na família, no trabalho, no casamento e até em sua própria aparência. O humor surge justamente do contraste entre o que ele lembra e o que todos ao redor sabem — e do caos que isso gera.
Mas, conforme os anos passam, o tom muda. O filme revela camadas mais sensíveis, mostrando como Jorge perdeu momentos importantes por estar sempre distante, distraído ou irritado.
Uma jornada de reconciliação
O grande arco emocional do filme está na transformação de Jorge. Ele precisa aprender a valorizar o tempo, a presença e as relações — especialmente com a esposa e a filha — antes que seja tarde demais. O Natal, que antes era motivo de frustração, torna-se o símbolo da chance de recomeçar.
Sinopse:
“Jorge (Leandro Hassum) sofre um acidente na véspera do Natal e acorda um ano depois, sem lembranças do que ocorreu nesse período de tempo.”
Disponível na Netflix.
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