A Rainha Vermelha | Leia a nossa crítica do livro!

3 anos atrás
1907

Erga-se, vermelha como a aurora. “

Tudo bem, vamos lá. Como descrever o livro a rainha Vermelha? Sinceramente? Chega a ser incrivelmente crucial para uma simples pessoinha como eu falar a respeito
dele.

Mais, o livro, a (mare) na verdade, me ensinou coisas ainda não revelada por outros livros ou outro autor.

“Sou uma garota vermelha em meio a um mar de prateados”

O livro, se desencadeia em um espaço de ambiente completamente inimaginável, como um mundo que se baseia em um período de século ainda indescritível, ou seja, o cenário no qual se passa toda a trama do livro.

Ainda assim, a maneira em como a autora (Victória Aveyard), inseriu as dúvidas da (mare), sua percepção de que há margens ou brecha para as crenças dela, isso de verdade, agradou-me muito.
“Pra mim, esse livro merece destaque também na ambientação criada pela Victória”.

Embora, a ideia de sociedade caracterizada por fortes desigualdades seja típica ou não do gênero. Tipo o fato da distinção entre prateados e vermelhos: a cor do sangue. Na qual no livro, “é a diferença que torna os prateados fortes, mais inteligentes e melhores que os vermelhos”. Se for analisar bem isso, é o quê vivenciamos na sociedade contemporânea, o tais poderosos que “nós” elegemos e escolhemos para representar uma nação na qual vivemos, a verdade é que eles não estão nem aí para as pessoas que compõem a sociedade, como uma analogia a (Maven) que se mostrou ser simpático, dócil, amável, (amigo) mostrou-se na realidade, ser o vilão peçonhento da história toda. É assim que as pessoas na verdade são – ao menos a maioria – a princípio
se mostram amáveis, mas na realidade são cobras que querem apenas nos tragar para obter suas próprias ambições.

Também vale ressaltar o interessante toque de ficção que a Victória deu no livro, os poderes sobrenaturais aos prateados, mostrando a desigualdade entre os vermelhos, mas, para o bel prazer do leitor a autora inverte a trama da história.

Os prateados se deram mal em pensar que somente eles tinham poder por serem a elite alfa da sociedade usurpadora.

Eles em hipótese alguma imaginavam que haveria um entre um milhão de vermelhos que mudaria essa realidade triste dos súditos usurpados pela tal “elite” prateada.

Enquanto todos da elite que tinham seus poderes, só podiam na realidade apenas (manipular) elementos que estavam por perto. Não imaginam que haveria uma pessoa
fora dos padrões da sociedade que mudaria a realidade dos prateados e vermelhos.

Nas histórias, nos antigos contos de fadas, um herói sempre aparece.

Ela nem menos que ninguém (mare) imaginava poder mudar tudo isso. Ela tinha consigo o poder não apenas de manipular a eletricidade, mas (CRIAR) eletricidade, o
que na verdade ninguém, ninguém, nem mesmo os prateados, conseguiam criar algum poder, mais, apenas manipular.

” Ache seu lugar no mundo sem temer á quem, a parte massa geral do livro “