Belmont’s Curse finalmente teve um dos maiores mistérios ao seu redor esclarecido. Após semanas de especulação por parte dos fãs, a Konami confirmou oficialmente que Castlevania: Belmont’s Curse não será um roguelike nem roguelite, mesmo estando nas mãos da Evil Empire, estúdio conhecido mundialmente por seu trabalho em Dead Cells.
A confusão surgiu justamente pela reputação do estúdio francês, o que levou parte da comunidade a imaginar que a franquia Castlevania poderia seguir um caminho semelhante, com mapas procedurais e progressão baseada em repetição de runs. A Konami, no entanto, tratou de frear essas expectativas e reafirmar que o novo título seguirá uma direção bem diferente — e bastante familiar para os fãs mais antigos.
Em declaração ao site The Verge, Tommy Williams, head de comunicações da Konami nas Américas, foi direto ao ponto ao definir o projeto.
“Castlevania: Belmont’s Curse é um jogo de Ação‑Exploração 2D onde os jogadores podem explorar livremente mapas vastos e elaboradamente construídos. Não é um jogo roguelike ou roguelite.”
Castlevania: Belmont’s Curse não será roguelike e aposta em ação‑exploração clássica
A fala da Konami deixa claro que Belmont’s Curse seguirá uma estrutura totalmente artesanal, abandonando qualquer tipo de geração procedural. Isso significa mapas cuidadosamente desenhados à mão, com progressão pensada, atalhos, segredos e áreas interconectadas — algo muito mais próximo da essência clássica de Castlevania.
Esse tipo de abordagem remete diretamente ao que os fãs costumam chamar de “Castlevania raiz”, especialmente os títulos 2D que ajudaram a moldar o gênero de ação‑exploração ao longo dos anos. Em vez de runs descartáveis, o foco aqui será na descoberta gradual, no domínio do mapa e na sensação de avanço constante.
Distância clara do modelo roguelike
Nos roguelikes, a progressão geralmente depende de mortes frequentes, reinícios e sorte na geração de habilidades ou salas. Em Belmont’s Curse, a proposta será o oposto: cada área, inimigo e desafio foi pensado para existir ali por um motivo específico, criando uma experiência mais coesa e narrativa.
Isso não significa um jogo fácil, mas sim um desafio mais estruturado, onde aprendizado e exploração caminham lado a lado.
Escolha curiosa da Evil Empire
Mesmo com a confirmação de que o jogo não será roguelike, a participação da Evil Empire continua sendo um ponto interessante do projeto. O estúdio mostrou em Dead Cells que sabe criar combate preciso, fluido e extremamente responsivo, qualidades que combinam perfeitamente com um Castlevania 2D moderno.
A decisão da Konami indica que a Evil Empire não foi escolhida para repetir uma fórmula, mas para aplicar sua expertise técnica em uma estrutura diferente. O resultado esperado é um jogo que una:
- Combate refinado e rápido
- Exploração clássica em mapas interconectados
- Design artesanal e focado em progressão
Para muitos fãs, isso pode ser exatamente o equilíbrio ideal entre tradição e modernidade.
Belmont’s Curse reforça retorno ao DNA clássico da franquia, não será roguelike
O esclarecimento sobre o gênero ajuda a posicionar melhor Belmont’s Curse dentro do atual momento da franquia Castlevania. Nos últimos anos, a série ficou mais associada a relançamentos, coleções e à animação da Netflix, enquanto novos jogos inéditos permaneciam raros.
Com Belmont’s Curse, a Konami parece interessada em resgatar o espírito da ação‑exploração 2D, algo que ajudou a definir a identidade da marca por décadas. A escolha de não seguir tendências como roguelikes também sugere um cuidado maior em respeitar o legado da série.
Ainda não se sabe como o jogo lidará com narrativa, personagens ou sistemas de progressão, mas a confirmação do gênero já tranquiliza uma grande parte da base de fãs.
Belmont’s Curse chega em 2026 para múltiplas plataformas
Até o momento, Castlevania: Belmont’s Curse está confirmado para:
- Nintendo Switch
- PlayStation 5
- Xbox Series X|S
- PC
O lançamento está previsto para 2026, embora a Konami ainda não tenha divulgado uma data específica ou mostrado gameplay detalhado. A expectativa é que mais informações sejam reveladas ao longo do ano, agora que o projeto foi oficialmente enquadrado dentro do gênero que realmente pretende seguir.
Belmont’s Curse não será um roguelike — e para muitos fãs, isso é uma excelente notícia. A confirmação reforça que a Konami quer entregar uma experiência cuidadosamente construída, fiel às raízes de Castlevania, mas com o refinamento técnico de um estúdio moderno.
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