O PUBG MOBILE Global Open chegou ao fim no último domingo (7) e entregou tudo o que os fãs de esports esperavam: partidas emocionantes, viradas inesperadas e um pódio recheado de grandes organizações internacionais. Disputada na Indonésia, a Grande Final coroou a equipe paquistanesa 4THRIVES Esports como campeã da Season 1, garantindo a maior fatia da premiação total de US$ 500 mil e consolidando o time como uma das novas potências do cenário competitivo global.
PUBG MOBILE Global Open termina com campanha dominante da 4THRIVES
O título da PUBG MOBILE Global Open não veio por acaso. A 4THRIVES Esports mostrou regularidade, leitura de jogo apurada e um trabalho coletivo impressionante ao longo de toda a competição. Enfrentando 31 equipes de diferentes regiões do mundo, o time manteve a calma nos momentos decisivos e cresceu justamente quando mais importava: na Grande Final.

A equipe formada por HUZAIFA, T24, Nocki, IQ e FALAK embalou uma sequência de três vitórias consecutivas, algo raro em um torneio desse nível. Esse desempenho foi fundamental para assumir a liderança da tabela e levantar o troféu, deixando para trás organizações tradicionais e favoritas ao título.
O estilo de jogo da 4THRIVES chamou atenção pela agressividade controlada. O time soube alternar momentos de pressão com rotações inteligentes, garantindo posições vantajosas no mapa e acumulando pontos importantes tanto em eliminações quanto em posicionamento.
FURIA Esports representa o Brasil com força na final
O Brasil também teve motivos de sobra para comemorar no PUBG MOBILE Global Open. A FURIA Esports, única equipe brasileira classificada para a Grande Final, conquistou o 3º lugar no pódio, mostrando que o cenário nacional segue competitivo em nível internacional.
A campanha da FURIA foi marcada por altos e baixos, mas também por momentos de muita emoção para a torcida. Logo no início da final, a equipe garantiu 16 abates e conquistou o primeiro WWCD (Winner Winner Chicken Dinner) do fim de semana, deixando claro que estava pronta para brigar pelo título.
Durante os dias 6 e 7, a FURIA chegou a ocupar a segunda colocação da tabela em diversos momentos, mantendo viva a esperança do título brasileiro. No entanto, a dificuldade em alcançar o Smash Point acabou pesando. Mesmo assim, o time encerrou sua participação com 97 pontos, cinco acima do marco necessário, um resultado expressivo diante da concorrência.
Smash Point, pressão e decisão nos detalhes
O formato da Grande Final do PUBG MOBILE Global Open exige não apenas consistência, mas também frieza nos momentos decisivos. A regra do Smash Point costuma transformar o fim das partidas em um verdadeiro teste psicológico, e foi justamente aí que a disputa se mostrou mais cruel.
A FURIA esteve diversas vezes próxima de alcançar o ponto decisivo, mas enfrentou partidas mais travadas, com quedas precoces e rotações difíceis. Ainda assim, a equipe brasileira saiu da Indonésia com moral elevada e o respeito da comunidade internacional.
Agora, o foco do time se volta para o PUBG Mobile Macau Invitational 2026 (PMMI), que acontece entre 29 de junho e 1º de julho, servindo como aquecimento direto para a aguardada Esports World Cup. A expectativa é que a FURIA chegue ainda mais forte para os próximos desafios.
Outras potências completam o top 4
Além da campeã 4THRIVES e da FURIA, outras grandes organizações marcaram presença no topo da tabela final do PUBG MOBILE Global Open. A ULF Esports, representante da Turquia, ficou com a segunda colocação, enquanto a S2G Esports terminou em quarto lugar, reforçando o domínio europeu e asiático no cenário.
Esses resultados mostram como o competitivo de PUBG MOBILE está cada vez mais globalizado. Não existe mais uma única região dominante, e torneios internacionais se tornam verdadeiros choques de estilos, estratégias e escolas de jogo.
MVP das finais fica com Kecth, da ULF Esports
No destaque individual, o prêmio de MVP das Finais ficou com Kecth, jogador da ULF Esports. O atleta apresentou números impressionantes, com uma média de 2,2 eliminações, 1,6 nocautes e 420 de dano médio por partida.
Mesmo sem o título, Kecth foi fundamental para manter sua equipe competitiva até os momentos finais. Seu desempenho reforça como o PUBG MOBILE Global Open também é uma vitrine para talentos individuais, capazes de mudar o rumo de uma partida sozinhos.
Transmissões e engajamento da comunidade
Todas as partidas do torneio foram transmitidas ao vivo nos canais oficiais de PUBG MOBILE no YouTube, Facebook, Instagram e TikTok, alcançando milhares de espectadores ao redor do mundo. No Brasil, a narração ficou por conta dos casters Jhonny “Reppusor” e Khaya, que deram ainda mais emoção a cada confronto.
O engajamento da comunidade foi um dos pontos altos do evento. Redes sociais fervilharam com clipes, análises e torcidas organizadas, mostrando como o PUBG MOBILE segue extremamente relevante no cenário de esports mobile.
Um marco para o competitivo de PUBG MOBILE
A Season 1 do PUBG MOBILE Global Open deixa claro que a modalidade vive um momento de maturidade. Com premiações robustas, produção de alto nível e equipes cada vez mais profissionais, o jogo se consolida como um dos pilares dos esports mobile.
Para a 4THRIVES Esports, o título representa um passo gigantesco rumo ao reconhecimento global. Para a FURIA e o Brasil, o 3º lugar reforça que o país segue competitivo e capaz de enfrentar qualquer região do mundo.
Com novos torneios no horizonte e a Esports World Cup se aproximando, a tendência é que o nível suba ainda mais. Se este foi apenas o começo do PMGO, o futuro promete disputas ainda mais intensas e histórias inesquecíveis.
E você, o que achou da final do PUBG MOBILE Global Open? Acredita que a FURIA pode chegar ao título nos próximos campeonatos internacionais? Deixe seu comentário abaixo e não se esqueça de seguir a Alternativa Nerd nas redes sociais para acompanhar todas as novidades do mundo dos games e dos esports.








