31 de dezembro de 1996 – Acabava de nascer um jogo que mudaria o rumo de como conhecemos o estilo RPG (Role Playing Game). Diablo – Uma franquia que após algumas divergências por conta de criação, viu o nascer do sol e se tornou uma das mais emblemáticas de todos os tempos, até os dias de hoje.
Tristram o início de tudo…
Desde o início da criação, as legiões angelicais do Paraíso Celestial e as hordas demoníacas do Inferno Ardente travam uma guerra que ultrapassa gerações, Conflito Eterno. Usando os poderes de um artefato conhecido como A Pedra do Mundo, eles criaram um reino oculto tanto dos anjos como dos demônios, Santuário, um mundo medieval fictício em que eles pudessem coexistir em paz. Os anjos e demônios que viviam em Santuário se relacionaram, dando origem a poderosos híbridos conhecidos como nefalem – a primeira geração de humanos.
Depois de eras de guerras entre anjos e demônios, a ascensão da humanidade levou os três Senhores do Inferno (conhecidos também como Males Supremos) – Diablo, O Senhor do Medo; Mephisto, O Senhor do Ódio e Baal, O Senhor da Destruição – a influenciar os mortais a semear ódio e caos, para trazê-los para as trevas.
Fonte: http://www.cojanodiablo.com.br/males-de-diablo-lore/
A Ordem dos Horadrim (uma antiga irmandade de magos formada pelo Arcanjo Tyrael para combater os demônios) consegue aprisiona-los em cristais conhecidos como Pedras da Alma, a de Diablo foi enterrada nas profundezas da terra, onde um mosteiro foi construído.
Dois séculos se passam e temos o início do primeiro game (lançado em 31 de dezembro de 1996 para PC e Playstation 1), a cidade de Tristram é apresentada aos jogadores.
Diablo consegue escapar de sua prisão, influenciando o arcebispo Lázarus, e então possui o Rei Leoric, que servia seus súditos de Tristram com justiça e honra.
Leoric, ficou conhecido como O Rei Negro, comandando o reino sem piedade, transformou a pequena cidade de Tristram em um lugar de medo, terror e caos.
Diablo falhou em possuir Leoric, em seu lugar, acaba possuindo totalmente o filho, Príncipe Albrecht.
Fonte: https://girlsofthestorm.com.br/2017/09/guia-leoric-pos-rework/
Agora, Diablo aguarda para assumir sua forma original, recuperando também seus poderes totais, ele convoca hordas de demônios e transforma as catacumbas em sua base.
Para destruir o Paraíso Celestial, Diablo necessita da ajuda de seus irmãos – Baal e Mephisto.
No final do jogo, o herói comandado pelo jogador derrota Diablo e impede que o mal prevaleça, mas a um alto custo: ele perfura a sua testa com a Pedra da Alma, aprisionando assim Diablo em seu próprio corpo.
Confira a Intro do jogo:
http://https://www.youtube.com/watch?v=JaT00_y3hRg
Confira as três classes disponíveis no jogo:
O Guerreiro:
Canonicamente, O Guerreiro é o segundo filho do Rei Leoric, foi quem derrotou Diablo no final da história, e para não deixar a Pedra da Alma, a qual continha tal poder, ele fincou-a em sua testa, afim de conter Diablo e suas maldades. Porém, acaba sendo corrompido e se torna o vilão de Diablo II, Dark Wanderer.
Classe com maior facilidade no uso de armas e pesadas e controle de inimigos no início do jogo. Tornando-se um tank até o fim do jogo. A cada nível recebe +2 de força e +1 de mana. Tem como habilidade básica o Item Repair.
Fonte: https://www.bichosgeeks.com/diablo-gameplay-e-mecanicas/
A Arqueira:
Vinda da Irmandade do Olho Cego, sua história é um prelúdio do Ato I em Diablo II. A Arqueira é a classe mais rápida com seus movimentos de arco e flechas. Sua luta contra Diablo no labirinto da catedral de Tristram, foi de grandes frutos vitoriosos. Porém, ao retornar à ordem, foi corrompida por Andariel, após Diablo passar pelo Mosteiro. Ela se tornou o vilão Blood Raven, sendo morta pelos heróis de Diablo II.
A Arqueira é uma classe rápida e com dificuldades no início do jogo, devido a sua vitalidade. Mas ela se torna uma personagem poderosa até o final do jogo.
A cada nível recebe +1 de vida e +2 de mana. Sua habilidade básica é a Disarm Traps.
Fonte: https://www.bichosgeeks.com/diablo-gameplay-e-mecanicas/
O Feiticeiro:
Membro de um clã de magos orientais, o Vizjerei. Após passar pelo labirinto sob Tristam e lutar contra Diablo, ele acaba sendo corrompido e se torna o Summoner, chefe de uma quest do Ato II de Diablo II, acaba morto pelos heróis.
Assim como a Arqueira, o Feiticeiro é uma classe com dificuldades no início, mas poderosa ao final do jogo, considerando a quantidade de tomos de magia que conseguir obter.
A cada nível recebe +1 de vida e +2 de mana. Sua habilidade é a Staff Recharge.
Fonte: https://www.bichosgeeks.com/diablo-gameplay-e-mecanicas/
Multiplayer:
Por conta do Battle.net ainda ser algo novo para a Blizzard, eles não souberam tratar dos jogadores “cheaters,” o que dificultava em uma boa diversão no meio online, já que diversos jogadores dispunham de trainers e itens duplicados. Os saves eram locais, então os jogadores modificavam os jogos com os cheats e entravam no multiplayer.
Em 1998, o Playstation ganhou um port do jogo feito pela Eletronic Arts.
Com a falta de um sistema de multiplayer online, o jogo contava com um sistema de co-op local para dois jogadores. E manteve-se bastante fiel à sua versão original para PC.
Continua na parte 2.
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