O encerramento do Google Stadia já era esperado por uma parcela esmagadora da comunidade de jogadores, mas o fracasso dessa iniciativa deixou uma cicatriz preocupante para as empresas que querem começar nesse ramo.
Companhias como Microsoft e Amazon, por sua vez, dispõem do luxo de possuírem redes de dado, armazenamento e processamento, bem como servidores dedicados com tecnologia de ponta, e parecem estar se dando bem cada uma com sua proposta.
O mesmo não pode ser dito pelo Google, visto que, apesar de uma ideia inovadora, o modelo de negócios pautava um preço de acesso caro, e o usuário ainda teria de comprar seus jogos para somente então poder desfrutá–los através da nuvem.
A Microsoft, por outro lado, oferece um serviço de jogos e assinar sua versão mais robusta dá como benefício o acesso de todo o catálogo em nuvem sem nenhum custo adicional, o que tem gerado um aumento constante no número de usuário a engajarem no serviço.
Já a Amazon oferece jogos como benefício de sua assinatura Prime, tateando de maneira conservadora porém segura, esse mercado, ganhando lucro através de uma rede já conhecida que permite com que as despesas de um setor sejam compensadas pelo lucro de outro.
Essa ideia ainda demorará a ser validada, mas à medida que televisores e celulares aumentam seu poder de processamento e as redes de computadores avançam para tecnologias de 5G, a tendência é a popularização do acesso a essas redes e será um fenômeno interessante vermos a migração dos meios de consumo padrão para os novos, como jogos em nuvem.









