Prepare-se para embarcar em uma jornada mística repleta de beleza, ação e profundidade emocional com Towa and the Guardians of the Sacred Tree, novo título da Bandai Namco que chega em 19 de setembro para PC via Steam, PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch. Desenvolvido pelo estúdio Brownies Inc., o jogo é um roguelite que mistura combate dinâmico, narrativa envolvente e uma estética visual digna de um anime de alto nível. Testamos a versão para PC e trazemos aqui uma análise honesta e detalhada sobre os principais aspectos do jogo: ambientação, jogabilidade e gráficos. Leia abaixo o nosso review de Towa and the Guardians of the Sacred Tree:

Ambientação e História: Um mundo encantado ameaçado pelo caos
A história se passa em Shinju Village, uma vila mística cercada por forças ancestrais e ameaçada pela influência maligna de Magatsu. Você assume o papel de Towa, uma sacerdotisa encarregada de liderar os Guardiões da Árvore Sagrada em uma missão para restaurar a paz. A narrativa se desenrola em múltiplas linhas temporais, o que adiciona camadas de profundidade à trama e permite que o jogador acompanhe a evolução da vila e dos personagens ao longo dos anos.
Apesar da ausência de tradução para o português brasileiro, o enredo é rico e cheio de nuances. Os diálogos revelam tradições locais, dilemas pessoais e relações entre os habitantes da vila. Cada guardião tem sua própria história, personalidade e motivações, o que torna a jornada ainda mais envolvente. No entanto, a barreira linguística pode dificultar a compreensão para quem não domina o inglês, especialmente considerando que muitos elementos da jogabilidade estão diretamente ligados à narrativa.

Jogabilidade: Roguelite com alma e estratégia
Towa and the Guardians of the Sacred Tree se destaca por sua jogabilidade fluida e estratégica. O sistema de combate é baseado em duplas: Towa luta ao lado de um dos oito guardiões, cada um com habilidades únicas e estilos de combate distintos. A combinação entre a espada sagrada (Tsurugi) e o bastão mágico (Kagura) permite criar sinergias interessantes, incentivando o jogador a experimentar diferentes pares para enfrentar os desafios das dungeons.
As masmorras são geradas de forma procedural, como é típico dos roguelites, mas o jogo evita a repetitividade ao introduzir variações visuais e mecânicas em cada incursão. Além disso, há um sistema de evolução da vila que se desenvolve conforme o jogador avança, desbloqueando novas áreas, NPCs e atividades como forja de armas, treinamento no dojo e invocação de entidades chamadas “Graces”.

Outro ponto positivo é a ausência de bugs. Durante nossos testes no PC, o jogo rodou de forma estável, com excelente desempenho mesmo em cenas mais intensas. A taxa de quadros se manteve consistente, e não encontramos travamentos ou falhas técnicas — algo raro e digno de elogio em um lançamento do gênero.
Gráficos e Direção de Arte: Um anime jogável
Se há um aspecto em que Towa and the Guardians of the Sacred Tree brilha com intensidade, é na sua direção de arte. Os cenários parecem ter saído diretamente de um anime de fantasia: florestas exuberantes, vilarejos detalhados, templos ancestrais e criaturas místicas compõem um universo visualmente deslumbrante. Cada ambiente é tratado como uma obra de arte, com paletas de cores vibrantes e animações suaves que reforçam a atmosfera mágica do jogo.

Os personagens também são carismáticos e bem desenhados, com traços típicos de anime e expressões que transmitem emoção. A trilha sonora, composta por Hitoshi Sakimoto (conhecido por seu trabalho em Final Fantasy Tactics), complementa perfeitamente a ambientação, alternando entre temas serenos e épicos conforme o ritmo da aventura.
LEIA MAIS
O review de Towa and the Guardians of the Sacred Tree foi produzida com uma chave do jogo para PC gentilmente cedida pela Bandai Namco.
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Crítica/Review
Towa and the Guardians of the Sacred Tree
Com uma estética encantadora, jogabilidade sólida e uma história que merece ser explorada, o jogo se destaca como uma experiência memorável — especialmente para fãs de anime e RPGs de ação. A falta de localização para o português é um obstáculo, mas não suficiente para ofuscar o brilho dessa aventura mística.
PRÓS
- Ambientação rica e bem construída
- Direção de arte digna de um anime premiado
- Jogabilidade estratégica e variada
- Sistema de evolução da vila que dá profundidade à progressão
- Personagens carismáticos e bem desenvolvidos
- Trilha sonora envolvente
- Estável e sem bugs (testado no PC)
CONTRAS
- Ausência de tradução para PT-BR dificulta a compreensão da história e mecânicas
- Pode ser desafiador para quem não está familiarizado com o gênero roguelite
- Algumas mecânicas exigem leitura atenta, o que pode frustrar jogadores casuais

Xbox
PlayStation








