É difícil explicar a sensação que Veritus causa no primeiro momento. A primeira coisa que posso dizer com propriedade é que a pixel-art dele é muito charmosa, e os sprites conseguem alcançar um belo contraste com cada um dos níveis do jogo. A jogabilidade é simples, e consiste basicamente do jogador encontrar recursos ao longo do mapa para que adicione-os ao inventário e consiga progredir cada uma das fases.
O que eu mais gostei em Veritus foi a maneira como as personagens interagem, visto que como ponto de intervalo durante cada nível e chefe derrotado, o jogador é transportado para o nexo principal, onde pode interagir com diversas personagens interessantes e que lhe ajudam na construção de equipamentos, poções, entre outros mini-jogos que tem como objetivo ser um excelente passa-tempo.
Outra coisa que me agrada é como a história nos é apresentada, e invés de diálogos extensos e textos expositivos, muitas coisas ficam como um mistério, e como a mitologia é rica, ela é igualmente espalhada através de tesouros escondidos nos mapas, incentivando o jogador a explorá-los e resolver todos os quebra-cabeças.
Veritus de fato parece um jogo que veio direto do Game Boy Advance, mas traz inovações que deixam um gostinho satisfatório tanto para quem fez parte dessa geração, quanto para aqueles que não fizeram parte mas querem visitar o estilo. Enfim, uma excelente porta de entrada para o gênero de exploração de masmorra e aventuras!
Crítica/Review
Veritus
Veritus consegue homenagear os clássicos games de Game Boy Advance, mas inova trazendo mecânicas modernas e uma história que tende a agradar mais o público adolescente.
PRÓS
- Jogabilidade responsiva
CONTRAS
- Sistema de salvamento poderia ser melhor









