O Disney+, serviço de streaming da gigante do entretenimento, vai começar a cobrar pelo compartilhamento de senhas no Canadá e pode fazer o mesmo no Brasil e em outros países onde está disponível. A mudança foi anunciada pela empresa em um e-mail enviado aos assinantes canadenses, informando que a prática de dividir contas ficará restrita aos ocupantes de uma mesma residência.
A nova política entrará em vigor em 1º de novembro de 2023 e seguirá o mesmo esquema da Netflix, que monitora o uso das contas por meio do endereço IP principal. A Disney não revelou como fará a fiscalização, mas alertou que pode analisar o uso da conta para determinar se o cliente está seguindo as regras do acordo.
A medida já tinha sido ventilada pelo CEO da Disney, Bob Iger, em agosto, como uma forma de aumentar os lucros da empresa. Na ocasião, Iger disse que havia um número significativo de contas compartilhadas no Disney+ e que a empresa estava estudando meios de acabar com essa prática.
O Disney+ foi lançado em 2019 e é a casa de produções originais da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e mais. No Brasil, o serviço custa R$ 27,90 por mês ou R$ 279,90 por ano e permite até quatro acessos simultâneos e sete perfis diferentes por conta.
Ainda não há uma data definida para a mudança chegar ao Brasil, mas é possível que a Disney adote a mesma estratégia em todos os países onde o Disney+ opera. O próximo passo, seguindo o exemplo da Netflix, pode ser a criação de uma assinatura extra que permita incluir outros usuários na conta principal.
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